31 de maio de 2012

Sussuros na Nascente

João encontrava-se totalmente perdido e demasiado diante de duas beldades, completamente nuas diante dele, fazendo com que ele fique completamente sem reação, sem palavras, totalmente suado de nervoso, deixando ele totalmente tremendo. Ele sente o seu falo totalmente ereto, de tão ereto, que não dava pra esconder ou disfarçar a tamanha excitação. Tudo que ele tinha, era um bronzeador na mão e a tarefa de passar em dois belos corpos femininos, completamente nus e excitados, cheios de desejo e vontade.

Ele logo começa a passar o bronzeador no corpo da Paula. Ainda com seu jeito estabanado, ele começa a derramar o líquido viscoso no corpo dela, enquanto a Paula apenas olhava, simplesmente olhava e nada mais. Ele começou a passar pelo abdômen, e depois foi subindo até começar a apertar os seios dela. Paula sentia os seus mamilos enrijecerem, até ficarem bem durinhos, enquanto o João ainda passava, e sentia um prazer nisso. Ele começa a passar no pescoço, a passar novamente nos seios, chegando ainda apertar levemente os mamilos, fazendo com que a Paula mordesse os seus lábios, descendo mais uma vez no abdômen, para finalmente chegar na vagina e começar a passar nela.

10 de maio de 2012

Bem à Vontade!

Amanda, Paula e João caminham pelas trilhas nas matas de Lídice, contornando os riachos que cortam a região. João que conhece bem o local, está seguindo tranquilamente, e conversando animosamente com suas novas amigas. Paula tampouco reclamava das longas distâncias, enquanto a Amanda se queixava às vezes, sendo esta repreendida pela Paula. Apesar de tudo, todos estavam se divertindo pela longa caminhada pelas trilhas nos campos, muitas vezes desertas. A imaginação das meninas começavam a se aflorar e as duas começaram a ter desejos. Em meio ao silêncio, do ambiente e da tranquilidade do interior, as meninas começaram a olhar discretamente para o corpo do rapaz.

- Ele é gostoso, não é? - disse a Paula, cochichando pra Amanda.

- Sim, ele é muito espadaúdo! Me dá um tesão só de olhar pra ele! - respondeu Amanda, quando as duas começam a rir.

3 de maio de 2012

O Encontro

Paula e Amanda decidem deixar o veículo em casa, para caminhar até o centro de Lídice, encontrar com o João, que a espera no local combinado. Caminhando pela beira de estrada, admirando as paisagens tranquilas de Lídice, elas ficavam trocando olhares, e planejando o que elas pretendem fazer com o jovem João, com que elas pretendem fazer e para onde elas pretendem ir. Elas pensavam em ir para um lugar bem deserto e ermo, onde elas podem ficar bem à vontade.

- Amanda, esse menino é  gostoso mesmo?

- Sim, meu amor! E você vai gostar muito dele!

26 de abril de 2012

As Marcas da Noite

Amanda sai do quarto, depois que percebera que sua tia acabara de chegar em casa. Ela vai pra sala, e percebe as coisas dela jogadas no sofá da sala. Amanda escuta o barulho no banheiro, que na verdade, era a mesma que estava tossindo, e ainda se ouve o barulho da água da torneira sendo jorrada. Ao se aproximar do banheiro, Amanda se depara com sua tia, completamente nua, lavando o rosto na pia do banheiro. Amanda repara nas roupas delas sendo jogadas no chão do banheiro, de uma forma preocupante. Por fim, amanda se dá conta de que sua tia estava completamente marcada, com arranhões, mordidas e chupões, em todo o seu corpo. Ainda havia uma marca de um forte tava em ambas as nádegas. É possível ainda ouvir leves gemidos que saía paulatinamente de sua boca, como se ela lembrasse dos acontecimentos ocorridos esta noite. Após ser assistida pela sua sobrinha por vários minutos, que ela se mostrava uma certa satisfação e alegria, Rosângela se surpreende pela presença dela, que quase cai para trás.

- O que faz aqui, Amanda? - exclamou a Rosângela.

19 de abril de 2012

O Segredo Obscuro da Floresta Misteriosa

Era uma manhã tranquila, de sol suave e terno, enquanto a Amanda estava de deliciando com as massagens que recebe da suave correnteza, que passeia em seu corpo. Ela ainda admira o canto dos pássaros que se alegram com a manhã, bem como a bela natureza serrana de Lídice ao seu redor. Ela estava sentada, inerte, curtindo a vida que tanto pediu a Deus, vivendo numa completa felicidade, num completo êxtase, que leva a uma paz jamais inimaginável, uma paz que jamais esperava.

Mas ela se dá conta de que está sozinha naquele lugar paradisíaco, não havia ninguém por perto, nem mesmo a sua amiga-amante Paula, nem mesmo a sua tia Rosângela, ninguém. Ela não escuta nenhuma voz humana, nenhum sinal de pessoas. É um silêncio total, interrompido apenas pelo som das águas do rio, pelo canto dos pássaros e pelo bailar das folhas das árvores e das flores. Um silêncio quase que absoluto, em meio a tranquilidade da selva. Não havia nada ao redor dela, a não ser a própria floresta. Ela logo se recorda das águas do Rio Piraí, pelos seus contornos já familiares, especialmente no Passa Quatro. É como se ela tivesse voltado do tempo, no tempo em que o Passa Quatro não existia, nem mesmo Lídice Existia, nem a estrada que cora a cidade, pois nem o som de carro podia ouvir, de nenhuma atividade humana. Amanda se vê sozinha, no meio do nada.